Programa do Festival

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Kléber Albuquerque



O cenário da música popular brasileira conta com artistas de talento incontestável. Kléber Albuquerque é um deles, sendo compositor, instrumentista, intérprete. Criando o tempo todo com o que a vida oferece: amor, dor, alento, mansidão, conquistas, erradas, acertos, e tantos outros regalos e terrenos áridos que são oferecidos aos seres humanos.


Nascido em Santo André, São Paulo, começou sua jornada musical muito cedo, sendo frequentador do metiê rock’n roll, porém sem se abnegar do gosto por outras afluentes da música. Da música caipira aos roques, ele ouvia de tudo e se permitia influenciar. O que há de original em sua música e em sua poesia vem justamente dessa abertura que, desde sempre, faz parte da sua biografia.

Seu primeiro disco, “17.777.700”, foi lançado em 1997 e contou com a produção musical de Mário Manga. Desde então, ele lançou outros quatro discos: “Para a inveja dos Tristes” (2000), “O centro está em todas as partes” (2003), “Desvio” (2007), e o lançamento recente, pelo selo Sete Sóis, “Só o amor constrói” (2009).

“Barriga de fora”, do álbum “17.777.700”, foi a que ganhou maior notoriedade na época do lançamento do disco, chegando a ficar entre as mais-mais de uma importante emissora de rádio. Com “Xi, de Pirituba a Santo André”, oriunda de uma parceria com Rafael Altério, Kléber foi finalista do Festival da Música Brasileira promovido pela Rede Globo.

Kléber Albuquerque, no decorrer de sua carreira, participou de diversos projetos paralelos. Entre eles, o disco UmdoUmdoUm, o primeiro do milênio, gravado ao lado de Élio Camalle, Luiz Gayotto e Madan. No teatro, foi responsável pela trilha sonora e direção musical de espetáculos, sendo um deles premiado pela APCA e Femsa 2009.

Compositor que vem se destacando entre a leva dos contemporâneos, tem suas canções gravadas por Eliana Printes, Ceumar, Fábio Jr., Márcia Castro e Zeca Baleiro, entre outros. As parcerias também têm sido marcantes. Kléber já compôs canções com Zeca Baleiro, Chico César e Dante Ozzetti, e tem composições de sua autoria gravadas por Eliana Printes, Márcia Castro, Fábio Jr., Ceumar e Zeca Baleiro, entre outros.

Albuquerque lançou recentemente seu novo cd, "Só O Amor Constrói", em parceria com os músicos da Miniorkestra de Polkapunk e com participações especiais de Renato Brás, Fred Martins e André Sant'Anna.

http://www.youtube.com/tramelaweb

http://www.youtube.com/watch?v=iPfE0Ymqxno&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=pAQHXdPBbho&feature=more_related


http://www.youtube.com/watch?v=NzrZiXF74Ow&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=RELX-HUlVLw

GRUPO VOZ

GRUPO VOZ

Grupo vocal e instrumental formado em 1999 pelos irmãos Rodrigo Londero (voz e violão) e Vinicius Londero (voz e percussão), Gustavo Dall’Acqua (voz e violão) e Douglas Dalla Costa (bateria).
O trabalho autoral, os arranjos originais e a empatia com o público são as principais marcas do VOZ, que vem apresentando suas composições pelo Brasil em shows e diversos Festivais de MPB.

O som essencialmente acústico, as harmonias vocais e as letras – poesias com temas contemporâneos e filosóficos como a busca pela essência, a mecanicidade da vida, a consciência e o amor – são elementos característicos do grupo. A base harmônica está concentrada nos violões aço e nylon, que se entrecortam com as três vozes. A percussão, utilizando instrumentos folclóricos, como os cajón’s (Peru/América Latina), caixas de marabaixo (Amazônia), tambor do divino (Maranhão) e o bombo leguero (Rio Grande do Sul/Região dos Pampas), trazem os efeitos e complementos rítmicos mesclando culturas e estilos, do folclórico ao contemporâneo, reunindo a pluralidade da cultura brasileira.
Entre 1999 a 2005, desenvolveram seu trabalho autoral na Região Sul. Foram convidados a integrar o Coro da Universidade Federal de Santa Maria/RS realizando concertos no Chile, Bolívia, Argentina e Peru.
Em 2005, compuseram a rapsódia “Hello, Édipo”, trilha sonora da peça homônima da Cia. O Veneno do Teatro, de São Paulo. Nesse mesmo ano, a música “Bem além da estrela Azul”, de autoria do grupo, passa a tocar na Rádio Máxima, especializada em música brasileira, no Japão.

Em 2006, mudam-se para São Paulo e realizam seu primeiro show, no SESC Consolação. Apresentaram-se em diversas cidades paulistas como Itu, Campinas, Santos, Araçatuba, Araraquara, São Carlos, e, com o quarteto vocal “A4Vozes”, fizeram turnê em MG e SP com o espetáculo “Voz do Sul, Canto de Minas”, projeto selecionado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo no programa ProAC e apresentado em praças públicas da capital paulista como o Parque Trianon, a Praça dos Omaguás e o Corredor Literário da Consolação.
Em 2008, o “A4Vozes” - em seu terceiro trabalho, o CD Interior - grava a canção “Vento Frio, Alma Quente” de autoria do Grupo VOZ.

Promovem a cultura realizando saraus culturais temáticos e autorais. Participam dos saraus pelo programa “Chama Poética” com edições na Rede SESC, na Casa das Rosas, na Biblioteca São Paulo e no Museu da Língua Portuguesa, e também pela Instituição de Ensino Cásper Líbero com o Café Filosófico do Parque Trianon/MASP e o Sarau da CPFL Cultural, em Campinas/SP.
Em 2007, o grupo recebeu o prêmio de Melhor Arranjo no Festival de Música e Arte de Garanhuns/PE, com a música “Mira”, sendo contratado para realizar show no 17º Festival de Inverno de Garanhuns. Nesse mesmo ano, lançou o CD independente “Renovação, Revolução, Essência”.
Entre 2007 e 2009 o VOZ recebeu mais de 50 prêmios em 30 festivais de Música Popular Brasileira, entre eles “Melhor Composição”, “Melhor Arranjo”, “Melhor Intérprete”, “Melhor Grupo” e “Aclamação Popular”. Foi convidado pelo musicólogo Ricardo Cravo Albin - então jurado do 27º Festival de Música Brasileira de Piraí/RJ - para integrar seus dados artísticos e históricos no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.
Dos principais shows, destaque em 2008, para o Cena Musical Independente – 1ª Mostra Paulista de Bandas Emergentes, projeto realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, e para a recente participação no lançamento do CD “Amazônica Elegância” de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes, em Macapá/AP, pelo projeto Pixinguinha 2009, da Funarte.
Além das participações no Festival de Inverno JulhoFest de Poços de Caldas/MG 2006, no Festival de Inverno de Garanhuns/PE 2007, na Festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa 2008 em Vazante/MG, em 2010 a turnê VOZ Interpreta*Interfere no Sul de MG nas cidades de Varginha, Cambuquira e Três Pontas, entre outros.
Atualmente o VOZ está pré-produzindo seu segundo disco intitulado DEUS, ZEUS E EUS.



Site oficial: http://www.grupovoz.com.br/

MySpace: www.myspace.com/grupovoz


Show VOZ Interpreta*Interfere




“INTERPRETA*INTERFERE” traz ao público um espetáculo musical inédito e contemporâneo, com um repertório de obras consagradas da música brasileira (e do mundo) além de canções próprias do grupo, amplamente premiadas em festivais de MPB.
O Grupo VOZ, nessa turnê, interpreta e interfere nas canções, recriando de forma inusitada obras como Admirável Gado Novo (Zé Ramalho), Caçador de Mim (Sá e Magrão), Imagine (John Lennon), O Sal da Terra (Beto Guedes), Asa Branca (Luiz Gonzaga), entre outras.
O público desfrutará de um espetáculo que proporcionará entretenimento, reflexão sobre temas contemporâneos e filosóficos, e acima de tudo uma experiência cultural, emocionante e sensível.

Gabriel de Almeida Prado

                                  Gabriel de Almeida Prado

Poeta, músico e fotógrafo
Gabriel é artista talentoso, com uma bela voz e poesia inventiva.
Músico da novíssima geração. É aluno de violão do compositor, músico e violonista Natan Marques, faz aulas de canto com Juliana Caldas e aulas de composição musical com  o músico e compositor Kleber Albuquerque. É fotógrafo do projeto 'Chama Poética".

http://sarauchamapoetica.blogspot.com/

Neno Miranda


Sobre Neno Miranda


Neno Miranda : músico e poeta catarinense que atualmente vive entre São Paulo e Florianópolis. É difícil definir seu trabalho - nova mpb, neo-tropicalismos ou talvez música urbana com elementos regionais. No seu últimos disco, produzido por Roberto Gava, ele conta com a participação de músicos como Caio Milan, Djalma Lima, Ricardo Simões, Israel Heber, André Mainardi, Daniel Ribeiro e outros. iniciou seus estudos em Florianópolis - SC, tento aula de violão clássico com Arthur Batisti, estudou teoria da literatura com Sérgio Medeiros na Universidade Federal de Santa Catarina, já em São Paulo teve aulas com maestro Ricardo Simões. Formado na faculdade de audiovisual da FIAM em São Paulo. Está produzindo um novo CD que será lançado em 2010.


http://www.myspace.com/nenomiranda

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A Quatro Vozes

Canções que viajam pelos cantões desse Brasil na voz de A Quatro Vozes
“...tem magia encontro e poesia,é esperança no olhar...”

O Canto de Minas não é apenas o título do novo CD do quarteto A Quatro Vozes, lançamento Paulus. Ele vem revelar a origem e toda a musicalidade das quatro vocalistas, que reflete o percurso de mais de dez anos de trabalho de Dora, Jussara, Jurema e Thatiana.
Lá das Gerais, essas quatro mulheres, todas da mesma família, encantam pela alegria, harmonia, simplicidade e, principalmente, pela serenidade que desenvolvem todo o repertório musical. Com esse novo CD, essas mineiras dialogam com o imortal “Clube da Esquina” de Milton, Lô, Tiso, Márcio, Beto..., reverenciando toda a sua importância no cenário musical nacional e internacional. Isso pode ser percebido na faixa “Tempos e Canções” (Osvaldo Fabian Ossa e Doralice Otaviano), onde relembramos toda a poesia e musicalidade apresentada por estes mineiros, principalmente aquelas de autoria de Beto Guedes.

Nesse contexto constelar da diversidade mineira, O Canto de Minas tem luz melódica não só extraída das raízes do estado. É eclético, recheado de sons, dentre eles o afro, e estilos diversos como cantigas, baladas, temas regionais, folclore e samba raiz.

O Canto de Minas se enquadra nesta diversidade poético-musical. Viaja pelos cantões desse Brasil, com canções finamente selecionadas que se transformam em interessante e alquímica trama de sons e ritmos, valorizando a pluralidade musical do grupo. Ao ouvir “Santos Negros” (Cássia Maria Araújo) a melodia nos remete às procissões realizadas em uma das estreitas ruas de São João Del Rei ou mesmo de Ouro Preto, momentos de extrema celebração coletiva. Já “De luas a sóis” (Brau Mendonça e Ozias Stafuzza) nos conforta, leva-nos a um momento mágico e de profunda introspecção: “...O acaso e o destino só nos levaram qual chuva que cai sem saber pra onde a estrada vai, viajantes...”.

Na Música Popular Brasileira, a obra pode ser alinhada às matrizes poéticas de primeira grandeza, entrelaçando com sabedoria diversos ritmos como o congado (original de Moçambique), nas faixas “Boi do Pindaré” (domínio público) e “Essa Alegria” (Lula Queiroga). O regionalismo está representado pela bela “Quarto Crescente” (Divino Arbués); por Pantanal (Marcus Viana) – um canto nativo dos índios Krahô, música de sucesso e tema de abertura de novela, do mesmo nome, na TV Manchete – marco da televisão brasileira na década de 90; e “Vendedor de Caranguejo” (Gordurinha) interpretada em duas oportunidades por Gilberto Gil nos CDs Quanta (1997) e Quanta gente veio ver (1998).

Ficha Técnica:
O Canto de Minas
Cantiga do caminho (domínio público)
Upa Neguinho (Edu Lobo)
A Flor da África (Ozias Stafuzza)
Santos Negros (Cássia Maria Araújo)
Bola de meia, bola de gude ( Milton Nascimento e Brant)
Mira Ira (Lula Barbosa)
Pantanal (Marcus Viana)
Trenzinho do caipira ( Vila Lobos )
Yolanda ( Pablo Melanez e Chico Buarque)
O Boi do Pindaré (domínio público)
Vendedor de Caranguejo (Gordurinha)
Samba de tia Joana ( Jussara e Dora )
Amor não se Compra (Jussara Otaviano)
Conto de Areia (Toninho e Romildo)

FICHA TECNICA

Doralice Otaviano (médios agudos)
Jussara Otaviano (médios agudos)
Jurema Otaviano (médios graves)
Thatiana Otaviano (médios graves)

Músicos:
Bráulio Mendonça -Violão e Viola
Bebe do Goes – Percussão
Daniel Kid - Baixo

A QUATRO VOZES

O grupo vocal A QUATRO VOZES, formado pelas irmãs Dora, Jurema e Jussara e sua sobrinha Thatiana, acompanhadas de um quarteto de instrumentistas – buscam fazer música popular brasileira de maneira apaixonada.

A necessidade da música em suas vidas é herança da mãe, que cantarolava enquanto colhia café, no interior de Minas Gerais, encantando o coração do pai, então militar que fazia guarda por perto. Com determinação e paixão buscaram oportunidades para expressar um trabalho, fruto de dedicação, estudo e pesquisa da cultura brasileira. De igrejas e manifestações populares, passam a apresentar-se em festivais e bares, já em São Paulo. Música expressada com liberdade, interação e envolvimento social. E com arranjos vocais trabalhados em quatro timbres.

Desenvolvem um trabalho de resgate da MPB mesclando inúmeros elementos de uma forma muito original através de músicas que expressam o valor do indivíduo, dos sentimentos humanitários e da cultura brasileira originária das mesclas do branco, do negro e do índio.

Em seu primeiro CD solo “FELICIDADE GUERREIRA” o grupo desenvolve uma interessante e alquímica trama de sons e ritmos mostrando aos que o ouvem a pluralidade musical do nosso Brasil em um passeio pela diversidade de muitos estilos, representados neste trabalho com a balada, o calango, a bossa, o samba...

No repertório há clássicos da MPB (Gil, Chico Buarque, Vinicius) e obras de novos compositores, alguns dos quais integram o grupo.

Ao longo destes anos vem apresentando esse trabalho em diferentes locais e cenários culturais. Participou do 17º Festival Do Fogo de Cuba, na cidade de Santiago, em 1997, ano que a homenagem da mostra foi dedicada ao Brasil. No ano seguinte esteve no FEMADUM e fez uma apresentação especial com a bateria do OLODUM no Pelourinho, Salvador (BA).

O grupo lançou em 2002 o CD no 33º Festival de Inverno de Campos do Jordão, e vem realizando shows em diversos locais - Memorial da América Latina, Centro Cultural São Paulo, Teatro Municipal, Tom Brasil, Supremo Musical, Sesc Ipiranga, Sesc Vila Mariana, Sesc Santo Amaro, Sesc Belenzinho, Sesc Sto André, São Luis do Paraitinga, Cunha, Santo André, Iguape, - FNAC – RJ, Guaxupé, Divinópolis, Museu Abílio Barreto, Utópica Marcenaria – MG , Salvador, Maceió, Recife, Fortaleza e Curitiba .

O seu 2º CD  O CANTO DE MINAS lançado em 2004 pela gravadora PAULUS, vem reverenciar a musica das Gerais e se enquadra nesta diversidade poético-musical. Viaja pelos cantões desse Brasil, com canções finamente selecionadas que se transformam em interessante e alquímica trama de sons e ritmos, valorizando a pluralidade musical do grupo. Ao ouvir “Santos Negros” (Cássia Maria Araújo) a melodia nos remete às procissões realizadas em uma das estreitas ruas de São João Del Rei ou mesmo de Ouro Preto, momentos de extrema celebração coletiva. Já “De luas a sóis” (Brau Mendonça e Ozias Stafuzza) nos conforta, leva-nos a um momento mágico e de profunda introspecção: “... O acaso e o destino só nos levaram qual chuva que cai sem saber pra onde a estrada vai, viajante”.

No ano de 2005 o álbum O CANTO DE MINAS foi indicado na categoria vocal como um dos melhores grupos pelo prêmio TIM.

No projeto RUMOS, promovido pelo ITAU CULTURAL, o quarteto também está presente no projeto com a musica de uma das componentes.

Do álbum FELICIDADE GUERREIRA foi selecionada a música “Isso é Brasil” para estar em um dos cds da coletânea BOTICARIO BRASILIDADES, que será ouvido em todas as lojas do Boticário em todo o país no 2º semestre.

E no projeto CONEXÃO TELEMIG CELULAR, o quarteto ficou entre os 10 escolhidos, como novos rumos da musica mineira.

No ano de 2008 o quarteto lança o 3º CD INTERIOR pela gravadora PAULUS onde remontam um cenário intimo e peculiar, que traz no ritmo dos tambores e na melodia das vozes uma maneira de cantar músicas que falem do povo Brasileiro, nesta obra procuram reconhecer a potencialidade cultural das cidades do interior do país que transcende o seu próprio significado revelando o interior do povo brasileiro, resgatando hábitos e valores culturais tão banalizados pela produção de massa da atualidade e pela grande mídia. O CD foi abrilhantado com a musica Vento frio, alma quente do grupoVOZ . O Quarteto A QUATRO VOZES tem se apresentado em vários espaços culturais dentro e fora do Brasil: de 2008 a 2009 SESCs - Consolação, Pompéia, Ipiranga, Rio Preto, Presidente Prudente, S.J. dos Campos, SESIs Santos, S.Bernardo do Campo, Marilia, Mauá, Birigui. Prefeituras de S. Paulo, Fortaleza, Guaxupé, Santo André, Jaguariúna, Bertioga, Tiete, Embu das artes.
Portugal –Sintra -restaurante Orixás, Lisboa- Biblioteca Joanina, Santa Maria da Feira – Europarque.  Outros congressos, Centros culturais, teatros.

http://www.youtube.com/watch?v=Vf4HYdpNt8A

http://www.youtube.com/watch?v=cu4S-nWenVE&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=zidwJlqBYws&feature=related

http://www.myspace.com/aquatrovozes

Quarteto Original

Chris Stout nasceu e cresceu na ilha de Shetland, ao norte da Escócia, e vive hoje em Glasgow,onde estudou violino e composição eletroacústica na Royal Scottish Academy of Music and Drama.
É reconhecido nacional e internacionalmente como um dos melhores violinistas de música tradicional escocesa de seu país.
Chris é líder da banda Fiddler’s Bid e integrante das bandas Salsa Celtica, Finlay MacDonald Band e Celtic Feet. Além das bandas, Chris desenvolve trabalho de duo
com a harpista Catriona MacKay e trabalho solo em música tradicional e eletroacústica.
Uma faixa do seu último album solo, First o’ the Darkenin" foi nomeada música tradicional no BBC Folk Award 2005.

saiba mais:

http://www.chrisstout.co.uk/


Thomas Rohrer nasceu em Basiléia na Suíça, iniciou seus estudos musicais como violinista e estudou saxofone com Othmar Kramis na escola de jazz de Lucerna. Desde 1995 vive no Brasil e hoje é um destacado rabequeiro da música tradicional brasileira e
integrante do grupo musical A Barca. Além da música tradicional brasileira, Thomas
desenvolve um intenso trabalho no campo da improvisação livre.
Thomas colabora em gravações e apresentações de Zeca Baleiro,Paulinho Lepetit, Ceumar, Siba,Quarteto Original e CarlinhosAntunes no Brasil e com John La
Barbera, Steve Gom e Ed Sarath,entre outros na Europa.

saiba mais:
www.myspace.com/thomasrohrer


Carlinhos Antunes é um músico versátil. Toca violão, viola, charango, cuatro, kora, saz e percussão variada. Tem como principal característica viajar e pesquisar sons de diversas partes do mundo e do Brasil. Com uma vasta carreira nacional e internacional em seus 26 anos de estrada, esse músico, também historiador pela PUC-SP, já atuou
com grandes nomes do Brasil e do exterior, como Tom Zé, Adoniram Barbosa, Jair Rodrigues, Oswaldinho do Acordeom, Badi Assad, Susana Baca (Peru), Carlos Nuñes (Espanha), Paul Winter (EUA), Mahala Räi Band e Ionel Manole Trio (Romênia), Samir
e Wissan Jubran (Palestina), Antonio Chainho (Portugal), Pascal Lefeuvre (França), dentre outros artistas. Co-dirigiu a Orquestra Mediterrânea, a convite do SESC-SP, que reuniu 25 músicos de países do mediterrâneo e fez a regência do show de lançamento do CD de Tom Zé, considerado pelo Jornal Estado de São Paulo como um dos melhores shows de ano 2006. Também dirige a Orquestra Mundana e é um dos fundadores do Trio Atlântico. Além de Festivais Internacionais, que participa desde 1987, Antunes vem realizando shows em vários Estados e cidades brasileiras.

saiba mais:

http://www.carlinhosantunes.com.br/

Rui Barossi é bacharel em música pela Universidade de Campinas. Participou das edições de 1997 e 1999 do Festival de Inverno de Campos do Jordão e de 2000 do
Festival de Música de Curitiba.Contrabaixista, arranjador e compositor, compõe trilhas sonoras para teatro e tocou com diversos artistas como Sylvinha e Eduardo Araújo, Gary Brown, Luíza Possi,Jorge Mautner, Badi Assad, Virgínia Rosa, Luciana Amaral, Marina de La Riva, Graça Cunha, Chris Stout (Escócia), Oleg Fateev (Moldávia), entre outros. Já se apresentou em diversos países (França, Alemanha, Burkina Faso Escócia, Holanda, Índia etc) e em Festivais Internacionais como Celtic Connections, Nuits
Atypiques de Langon, Nuits Atypiques de Koudougou, Savassi Jazz Fest.
Atualmente faz parte dos grupos Comboio, À Deriva, Gato Negro, Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana, Banda Urbana, Los Locos e Soft Shoes.

saiba mais:

www.myspace.com/ruibarossi

Susanna Busato

Susanna Busato é nascida em São Paulo, SP, em 1961. É Doutora em Letras pela Universidade Estadual Paulista – UNESP, de São José do Rio Preto, SP e Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Leciona Poesia Brasileira, no Curso de Licenciatura em Letras e na Pós-Graduação em Letras da UNESP, campus de São José do Rio Preto, desde 1999. Premiada no Mapa Cultural Paulista, categoria Poesia, em junho de 2010, tem poemas publicados na Revista Cult, Revista Brasileiros e nas revistas eletrônicas Zunái e Aliás. Alguns de seus textos críticos de poesia estão publicados na Revista Zunái e Germina, no Portal Cronópios e na revista eletrônica Espéculo. Revista de estudios literários da Universidad Complutense de Madrid. Organizou juntamente com Sérgio Vicente Motta o e-book Fragmentos do Contemporâneo: leituras, São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009, pelo selo Editora da UNESP. Mantém um blog onde o exercício criativo e crítico desenha coordenadas www.meupapelderiscos.blogspot.com E-mail: susanna@ibilce.unesp.br e susanna.busato@gmail.com




Marcelo Tapia

Diretor do Museu Casa Guilherme de Almeida

Escritor, editor e publicitário, nascido em Tietê , São Paulo, em 1/1/1954. Reside em São Paulo. Já publicou os seguintes livros:

Primitipo – poesia – Massao Ohno / Maria Lydia Pires e Albuquerque Editores, SP, 1982
O Bagatelista – poesia – Edições Timbre, SP, 1985
Joyce – Poemas (tradução) – Editora Expressão, SP, 1986
Haikais do Tempo / Tankas e Haikais da Lua (tradução) – Editora Olavobrás, 1988
Rótulo – poesia – Editora Olavobrás, SP, 1990
Livro Aberto – conto – Editora Olavobrás, SP, 1991
Joyce – Poemas (com Luis Dolhnikoff) – Editora Olavobrás, SP, 1992
Pedra Volátil – Poemas – Editora Olavobrás, 1996
- Os passos perdidos de Alejo Carpentier - Tradução de Marcelo Tápia - Martins Fontes -2008
- VALOR DE USO - Annablume - ano 2009

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Cartaz do Festival da Palavra


UNESP de Assis
16 e 17 de setembro de 2010
Realização UNESP Poiesis

Guca Domenico

Guca Domenico


Formou-se em jornalismo pela Faculdade “Cásper Líbero”, São Paulo. É um dos fundadores do Língua de Trapo, ícone do humor musical. Além dos 7 Cds da banda, Guca Domenico gravou 3 CDs: Levando às Íntimas Conseqüências (1992), Te Vejo (2001) e Vislumbres (2008). Lançou os livros: Sete poemas e uma flor, Um campeonato de piadas, Gato Pardo, 1001 Desculpas esfarrapadas, O jovem Noel Rosa, O jovem Santos Dumont, 1001 Desculpas Esfarrapadas de Políticos, Olhe o desperdício Coelho Felício, A Poluição tem solução e Breve História da Bossa Nova. O livro O jovem Noel Rosa recebeu a chancela de “Altamente Recomendável” do Instituto Brasileiro do Livro Infanto-Juvenil, em 2004. Olhe o desperdício Coelho Felício foi escolhido como material de apoio pela Fundação Nacional do Livro Didático e transformou-se num sucesso de vendas. O jovem Santos Dumont foi considerado “Livro do Ano” pelo programa São Paulo de Todos os Tempos, da rádio Eldorado/AM. Guca Domenico tem composições gravadas por Língua de Trapo, Ana de Hollanda, Tetê Espíndolla e Almir, Gereba, Pena Branca e Trovadores Urbanos. Na Itália, Gigi Acquas. O disco “Semente Caipira”, de Pena Branca, com duas composições de Guca Domenico (A banana deu no pé e Espera eu chegar) ganhou o Grammy Latino 2002 como melhor álbum de música regional. Foi professor de Educação Musical na Scuola Italiana Eugenio Montale/ São Paulo. Também ensinou música no Conservatório Souza Lima/São Paulo. Como jornalista, colaborou na Folhinha de São Paulo, Caros Amigos, Globo Rural e Revista da Vila Madalena. Escreveu a peça teatral Meias Mentiras, 3° lugar no II Concurso de Dramaturgia da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. site:www.gucadomenico.com.br

blog: http://www.guca.zip.net/


contato para shows: (11) 3097 8861

Thadeu Romano

Iniciou seus estudos em música aos 15 anos e em pouco tempo já se apresentava em concertos para acordeom. Thadeu é um músico inquieto e ávido por novas experiências musicais, da nova safra de músicos talentosos, que transitam pelas mais diferentes formas de gêneros musicais, abrindo uma nova possibilidade para a sanfona. Seu repertório eclético e muito vasto abrange do popular ao erudito e o levou a tocar ao lado de grandes nomes da música como:
- Zizi Possi, Fábio Jr., Alessandro Penesi, Naylor Proveta, Douglas Alonso, Keko Brandão, Webster Santos, Guelo, Heraldo do Monte, Luciana Rabello, Teddy Falcon, Dóris Monteiro, Fernanda Porto, Fátima Guedes, Marcelo Mariano, Ubaldo Versolato, Marcos Teixeira, Guilherme Kastrup, Alexandre Cunha, Peri Ribeiro, Eduardo Gudin, Mafalda Minozzi, Pepa, Ary Holland, Giba Favery, Fábio Canela, Rodrigo Satter, Naná Vasconcelos, Dona Inah, João Borba, Celia e Celma entre outros;

- Os violeiros: Levi Ramiro, Júlio Santín, Milton Araújo, Zeca Collares, Miltinho Edilberto, Arnaldo da Viola, Rodrigo Zank, Yassir Chediak;

- Os Maestros: Vidal França, Chico Moreira, Jether Garotti, Amador Longuini, John Berman, Rodolfo Rebuzzi e João Carlos Coutinho;

- Os Sanfoneiros: Toninho Ferragutti, Dominguinhos, Enok Virgulino
- 0s grupos musicais: Meia Dúzia de 3 ou 4, Trio Nordestino, Trio Virgulino, Trio Forrozão, Jorge e José, Trio Juazeiro, Choro de Ouro, Choro In Jazz, Tangata Quarteto.

Atuou como músico convidado nos seguintes projetos:

- Viva Dalva

- Nora Ney

- Chorandosemparar, onde é coordenador da roda de choro

Atualmente Thadeu Romano é sanfoneiro fixo da banda de Roberta Miranda.

Ler mais: http://www.myspace.com/thadeuromano

Priscila Lavorato


Iniciou sua base para seu desenvolvimento como cantora e atriz participando de diversas peças musicais com diretores como Nydia Lícia, Renata Soffredinni, Carlinhos Machado e a na super produção "O Mágico de Oz" com Billy Bond. Fez curso livre de canto no Conservatório Souza Lima, com Selma Buso, Rafael Dantas, Gilberto de Syllos e Walter Nery. Atualmente faz Licenciatura e Bacharelado em Música na Uni Sant'Anna com professores renomados como Luiz Gayotto e Peter Dietrich. A fusão cênica e musical é o seu ponto principal, como aconteceu am alguns grupos como Cantrix, Art Show e os Garçons-Cantores do Brooklyn Restaurante. É integrante do Grupo Flama e participou de “Pierrô e Colombina”, "Estado de Sede", “Muita Chuva e Um Bolero” e sua principal e atual participação: "Passando o Chapéu", uma intervenção cênica e musical baseada na maior cantora francesa, Edith Piaf. Foi apresentado na Virada Cultural 2009, Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas e Sesc Pompéia Hoje participa da Ala dos Compositores e Pesquisas do Kolombolo diá Piratininga (Grêmio Recreativo de Resistência Cultural ao Samba Paulista). Com ele participa de shows com compositores da velha guarda de São Paulo, como Ideval Anselmo, Eliseth Rosa (Vai Vai), Zé Maria do Peruche e Tias Baianas. E, por final, desenvolve e lidera o projeto chamado "O Cafofo”.

domingo, 8 de agosto de 2010

Poeta Antônio Lázaro de Almeida Prado



BIOGRAFIA SUMÁRIA
Nasci em Piracicaba em 1925

Cursei na mesma cidade, no Instituto de Educação Sud Mennuci, o Primário, o Ginásio e o Colégio Clássico.

Aprovado, em 1º lugar, cursei Letras Neolatinas na USP, logo assumindo o cargo de Assistente de Língua e Literatura Italiana em 1953. Lecionei na USP de 1953 a 1958, ocasião em que pertenci a 1ª equipe dos Fundadores da FFCL de Assis (depois Faculdade de Ciências e Letras, campus de Assis, UNESP).

Obtive os títulos de Doutor e de Livre Docente pela Cadeira de Língua e Literatura Italiana da USP.

Aos 33 assumi a Titularidade das Cadeiras de Língua e Literatura Italiana que acumulei com a de Teoria Literária e Literatura Comparada, pela qual me aposentei em 1988.

Recebi da FCL UNESP o título de Professor Emérito, e da Egrégia Câmara Municipal de Assis o título de Cidadão Assisense.

Examinei um número muito alto de Teses de Doutoramento, Livre Docência e Cátedra na USP e nos Campi da UNESP, na Escola de Sociologia e Política, em campi universitários de Bauru e Maringá (PR).

Promovi na UNESP de Assis as Noites de Música e Poesia, o Centro de Estudos Literários Alceu Amoroso Lima, o Dialogo Múltiplo, a Catequese Musical, o Festival de Artes, e (ainda em São Paulo) o 1º Festival de Artes Universitário. Ali, também, dei cursos de Português para italianos no Instituto Italo-Brasileiro.

Fui (precocemente) Assistente da PUCSP.

Continuo a promover (com minha filha Fernanda Maria Bueno de Almeida Prado) o Chama Poética (sarau de Música e Poesia) na USP, na Casa das Rosas , na Biblioteca de São Paulo e no Museu da Língua Portuguesa.

Em Assis, no diário Voz da Terra mantenho três colunas culturais: Calidoscópio, Livros sobre a mesa e Poesia em Rosa dos Ventos.

Continuo, pois, na ativa, na altura de completar 85 anos, sendo desde 1943, Membro da UBE (União Brasileira de Escritores) e da API (Associação Paulista de Imprensa).

Assis, 8 de abril de 2010

E-mail: professorprado.prado@gmail.com

http://antologiamomentoliterocultural.blogspot.com/2010/04/antonio-lazaro-de-almeida-prado.html

Poesia: http://ciclodaschamas.blogspot.com/

Crítica: http://www.tirodeletra.com.br/folhetim/PerfilAlmeidaPrado.htm

http://revistacontemporartes.blogspot.com/2010/04/o-poeta-antonio

Myrthes Aguiar





Em 2002 fez sua estréia profissional, a convite de Sérgio Augusto em seu show Bossa Nova no All Of Jazz, interpretando clássicos de um dos períodos mais ricos da música popular brasileira. Fez uma participação especial CD de Sérgio Augusto, lançado no final de 2005, na faixa Tudo Que Arde Cura (Natan Marques & Ana Terra).

Desde 2003 vem se apresentando com Natan Marques em shows mostrando as composições de Natan com diversos letristas como, Murilo Antunes, Márcio Borges, Flora Figueiredo, Thaís Andrade, Fernando Ghê, entre outros.

Também com Natan Marques, se apresenta no show “Felisidade”, especialmente elaborado por ele em homenagem a Elis Regina. Neste show Natan relembra o período marcante de sua trajetória acompanhando Elis, revisitando o repertório impecável mostrado nos espetáculos “Elis e Tom”, “Falso Brilhante”, “Transversal do Tempo”, “Essa Mulher”, “Saudade do Brasil” e “Trem Azul”. Utilizando diversas formações, desde duo até sexteto, “Felisidade” foi apresentado no Clube Paineiras do Morumby, inaugurando o projeto Quartas Culturais, no projeto Duos Brasileiros no teatro Cultura Inglesa, no projeto Duos Homenageiam do SESC Consolação, no SESC Ipiranga, no SESC Vila Mariana, no SESC Bertioga, no projeto Chuva de Estrelas do Centro Cultural São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa e no All Of Jazz.

Com Natan Marques, gravou o programa Ensaio do renomado produtor Fernando Faro exibido pela TV Cultura SP. No programa interpretou além das canções de Natan Marques, músicas do repertório de Elis Regina, relembradas por Fernando Faro, responsável pela direção geral de “Trem Azul”, último show de Elis no qual Natan assinou a direção musical.

A convite de Rolando Boldrin, Myrthes e Natan gravaram participação em seu programa “Sr Brasil” também exibido pela TV Cultura SP, onde mostraram canções que integram o show Restos e Rastros, que dá nome ao primeiro CD de Myrthes Aguiar.

Juntamente com Lula Barbosa e Natan Marques, apresentou-se também em festivais de música popular brasileira.

No Sarau Chama Poética, se apresentou junto com Natan Marques no tributo à Chaplin na Casa das Rosas, no SESC de Presidente Prudente, na Biblioteca de São Paulo, no tributo à Vinicius de Moraes no SESC Bauru e no SESC Bertioga, e em homenagem ao poeta Antonio Lazaro de Almeida Prado no Museu da Língua Portuguesa.

Em seu primeiro CD, Restos & Rastros, lançado em janeiro de 2010 no SESC Vila Mariana, interpreta composições de Natan Marques em parceria com diversos autores. É Natan Marques que assina os arranjos e a produção musical do CD.

A convite do Centro de Cultura Brasileira em Frankfurt, na Alemanha, apresentará o show “FElisidade” junto de Natan Marques, na BrotFabrik em Frankfurt no dia 19 de outubro de 2010.


http://www.myspace.com/myrthesaguiar

http://il.youtube.com/watch?v=yDhH6ZW3c9M&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=DzEJXklBR4M&feature=related

Natan Marques

                                                      Natan Marques


                                             Músico, Arranjador, Compositor e Produtor Musical
                                             Guitarra, Violão Nylon, Violão aço e Viola 12

Tocou com Elis Regina durante 8 anos (1974 até Jan/1982), em shows e gravações, assinando a direção musical de seu último show “Trem Azul”, com Simone (1982 a 1990), Djavan (1979), Ivan Lins (1979), Renato Teixeira (1994 a 2004) com quem atuou como músico, arranjador e diretor musical, Lula Barbosa, Chico Buarque, Nana Caymmi entre tantos outros grandes nomes da música brasileira, tanto em discos como em shows.

Tem composições em parceria com Aldir Blanc, Murilo Antunes, Márcio Borges, Paulo Garfunkel, Jean Garfunkel, Ana Terra, Vanessa da Mata, Flora Figueiredo, entre outros.

Ganhou prêmio de melhor arranjador do festival Rímula (1991), melhor música no festival XI FAMPOP de música brasileira (1993), e do prêmio Colunistas de melhor jingle com “Bráulio” para a campanha do Ministério da Saúde (1996).

Gravou 2 discos instrumentais pelo selo SOM DA GENTE, contendo composições próprias: COMBOIO, também lançado na Alemanha, e DOIS, ambos em parceria com Ricardo Leão. Com esses trabalhos, se apresentou no Festival de Jazz de Montreal e no Free Jazz em SP.

A convite do produtor Fernando Faro, gravou o programa Ensaio exibido pela TV Cultura SP, um especial sobre sua carreira, contanto fatos de sua via musical, mostrando suas composições, o trabalho registrado nos CDs instrumentais, as parcerias com letristas como Ana Terra, Murilo Antunes e também, músicas do repertório de Elis Regina, relembradas por Fernando Faro, responsável pela direção geral de “Trem Azul”, último show de Elis no qual Natan assinou a direção musical.

A convite de Rolando Boldrin, Myrthes e Natan gravaram participação em seu programa “Sr Brasil” também exibido pela TV Cultura SP, onde mostraram canções que integram o show Restos e Rastros, que dá nome ao primeiro CD de Myrthes Aguiar.

Lançou em jan/2010 o primeiro CD de Myrthes Aguiar, “Restos e Rastros”, onde assumiu a produção e direção musical. Neste CD, Myrthes Aguiar interpreta composições de Natan Marques com diversos parceiros.

Junto com Jean Garfunkel e Joana Garfunkel, se apresenta no projeto Canto Livro, um encontro da música e da literatura resultando em shows temáticos com enfoque em autores brasileiros ou da língua brasileira, onde a narrativa é permeada por canções afinadas com a temática da abro do autor.

Com o Sarau Chama Poética, produzido por Fernanda Almeida Prado, vem se apresenta junto com Myrthes Aguiar nos tributos à Charles Chaplin e Vinícius de Moraes em unidades do SESC, Museu da Língua Portuguesa e Biblioteca de São Paulo.

Com Luis Felipe Gama e Ana Luiza, se apresenta em shows com repertório composto por canções de Luis Felipe, de Natan Marques e da parceria dos dois.

Vem se apresentando com Myrthes Aguiar no show “FElisidade”, especialmente elaborado  por ele em homenagem a Elis Regina, relembrando o período marcante de sua trajetória acompanhando Elis, revisitando o repertório impecável mostrado nos espetáculos “Elis e Tom”, “Falso Brilhante”, “Transversal do Tempo”, “Essa Mulher”, “Saudade do Brasil” e “Trem Azul”. Com formações diversas, de duo a sexteto, “FElisidade” foi apresentado no SESC Ipiranga, SESC Vila Mariana, SESC Bertioga, Clube Paineiras do Morumby, inaugurando o projeto Quartas Culturais, no projeto Duos Brasileiros no teatro Cultura Inglesa, no projeto Duos Homenageiam do SESC Consolação, no SESC Ipiranga, no SESC Vila Mariana, no SESC Bertioga, no projeto Chuva de Estrelas do Centro Cultural São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa e no All Of Jazz.

A convite do Centro de Cultura Brasileira em Frankfurt, na Alemanha, apresentará o show “FElisidade” junto de Myrthes Aguiar, na BrotFabrik em Frankfurt no dia 19 de outubro de 2010.

Ainda em 2010, lançará seu terceiro CD instrumental com composições de sua autoria, chamado “Fotografias”.


http://www.myspace.com/natanmarques

http://www.youtube.com/watch?v=DNkBu8fj-r0

http://www.youtube.com/watch?v=DNkBu8fj-r0

sábado, 7 de agosto de 2010

Jean Garfunkel

        Jean Garfunkel
Poeta, cantor, contador de histórias, violonista e compositor consagrado na MPB com canções gravadas por Elis Regina, Maria Rita e Renato Braz, entre outros. Criador do projeto Canto Livro de incentivo à leitura através da música. Tem quatro CDs gravados em dupla com seu irmão Paulo Garfunkel, e prepara a edição de seu primeiro livro de poesia, “Poemia”, que foi contemplado no último Edital de literatura da Secretaria de Estado da Cultura (PROAC), e deve ser lançado em janeiro de 2011. Considera Manuel Bandeira sua maior influência poética, a ponto de criar o show “Vou-me embora pra Pasárgada”, especialmente inspirado na obra do poeta, onde intercala canções de sua autoria com poemas escolhidos do autor.
http://www.cantolivro.com.br/

http://www.youtube.com/watch?v=OpLXaOBLa_4

http://www.youtube.com/watch?v=diJBgja5DCM&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=O4maJOxomDE&feature=related

Irineu de Palmira



IRINEU DE PALMIRA

músico, cantor e compositor

Músico- violonista, cantor e compositor, Irineu de Palmira nasceu em Belo Horizonte, onde iniciou suas atividades artísticas, participando de vários festivais e eventos culturais, com destaque para o primeiro lugar no festival de Ouro Preto, primeiro lugar e melhor intérprete no de Itabirito, primeiro lugar e melhor arranjo em Serra Negra, primeiro e terceiro lugares em Queluz e, segundo lugar e melhor intérprete no Festival de Música Cidade Canção – FEMUCIC – de Maringá e etc.
Em 1979, convidado pelo empresário Fauzi Curan, mudou-se para São Paulo para integrar o elenco dos espetáculos de Oswaldo Sargentelli, e nas casas Gallery e Viva Maria (onde dividiu o palco com Cauby Peixoto, Wilson Simonal, Pery Ribeiro e Carmen Costa).
No teatro e televisão, musicou a peça Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, e a versão para TV de “O Grande Momento”, de Roberto Santos, direção de Nei Santanna, com Laura Cardoso e Flavio Guarnieri no elenco. Como instrumentista, gravou os violões de todas as faixas do disco “Violas e Canções”, de Pena Branca e Xavantinho. Premiadíssimo trabalho, dentro e fora do Brasil.
Como compositor tem músicas gravadas por Jair Rodrigues e Luciana Mello (“Alma Negra”- que dá nome ao penúltimo disco do Jair), Biro do Cavaco e Grupo Katinguelê, entre outros.
Com um estilo muito diferenciado, observado desde suas composições, timbre vocal único e uma presença de palco extremamente marcante, Irineu de Palmira reúne um vasto repertório de composições ligadas basicamente à MPB e ao Samba; dentre as quais destacam-se grandes parcerias com Gerson Ney França, Nelson Klava, Doroty Massola, Hélio Pequeno, Paulo Leminsky, Ivan da Corina e o grande mestre do samba, Delcio Carvalho. Parte deste trabalho já está registrada em quatro discos (sendo o segundo deles, lançado também na Europa e EUA) e um DVD.
Seu quinto trabalho autoral, desta vez homenageando o samba, está em fase final de produção. Só para dar uma palhinha, algumas músicas desse projeto estão disponíveis no seu perfil da Conexão Vivo http://irineudepalmira.conexaovivo.com.br
Paralelamente ao trabalho autoral, carreira, Irineu de Palmira também participa de projetos culturais (musicais e literomusicais), atuando da concepção e pesquisa à apresentação, desenvolvendo atividades em vários equipamentos administrados pelas Secretarias Municipais, e de Estado da Cultura, além de Universidades e Centros Culturais de muitos estados brasileiros.

Em abril de 2010, iniciou em Belo Horizonte, no teatro do Palácio das Artes, a circulação de seu novo show, “Dois Acordes de Prosa”. Em maio, foi uma das atrações musicais do III Festival da Mantiqueira – “Diálogos com a Literatura”, realizado em São Francisco Xavier – SP e, em agosto, último, o show chegou em São Paulo.





Páginas na internet:

Site oficial http://www.irineudepalmira.com.br/

YouTube www.youtube.com/irineudepalmira

MySpace www.myspace.com/irineudepalmira

Clube Compositores www.clubecaiubi.ning.com/profile/irineudepalmira

Twitter http://twitter.com/IRINEUdePALMIRA

Lula Barbosa


Lula Barbosa iniciou sua carreira artística no início dos anos 70, quando formou o grupo Semente ainda garoto com apenas 15 anos. Venceu vários festivais estudantis muito em voga naquela época. Com o grupo Semente abriu shows de Isaurinha Garcia, Adoniran Barbosa e Paulinho da Viola no Sesc Interlagos. Mais tarde nos anos 80 abandonou o último ano de Publicidade e Propaganda no Instituto Metodista em São Bernardo e começou a cantar profissionalmente nos bares da noite de São Paulo, nos barzinhos, como se dizia antigamente, na época fértil da MPB e da vida noturna no bairro do Bixiga em São Paulo. Cantou durante alguns anos numa das casas mais famosas e badaladas casas da época, o Boca da Noite, na Rua Santo Antônio, no coração do Bixiga, ao lado de Filó Machado, Geraldo Cunha, Celso Miguel e outros e também no Vou Vivendo, Beleléu Chope e Arte, Gente Amiga, Pianos Bar, Barzileirinho, Violão Chopp e Cia, O Porão, e Vozes da Terra, em Santana.


Lula Barbosa compõe para diversos intérpretes da MPB; já fez músicas em parceria com Cesar Camargo Mariano, Eduardo Gudin, Thaís Andrade, Fabio Jr, Mario Lucio Marques, Filó Machado D. Pedro Casaldáglia, Abílio Herlander, Miriam Mirah, Jica, Salgadinho, Adriano Stuart, Marcos Rezende, Irineu de Palmira, Canarinho, Celso Prudente, Eduardo Neves, Joãozinho Gomes, Natan Marques, Vanderlei de Castro e Álvaro Gomes entre outros grandes letristas e poetas. Tem mais de 500 composições gravadas por nomes como Roberto Carlos, Jessé, Fábio Jr., Thobias da Vai Vai, Pierre Onásis, Altemar Dutra Jr., Emmanuel, A 4 Vozes, Olodum, Miriam Mirah, Grupo Catavento, Célia, Jane Duboc, Christian e Ralph, Jair Rodrigues, O Terço, Sérgio Reis, Tarancón, Tania Libertad (México), Pedro Fernández (México), Tito Gomez (Porto Rico), Jim Porto (Italia), Amaya Uranga (Espanha), Katinguelê, Negritude Jr., Só pra Contrariar, Peninha e muitos outros.

Lula Barbosa também atua no campo da publicidade, como intérprete de premiados jingles da publicidade e propaganda brasileira, dentre eles Kaiser (Aquarela do Brasil), Brahma Chopp (Vai de Branco prá Dar Sorte), Fiat (Canção do Exílio), Telesp Celular (Andança), Itaú (Amanhã), Varig, Gol Linhas Aéreas, Banco do Brasil, Bamerindus, Vale do Rio Doce, Bota Sete Léguas, Ticket Restaurante e muitos outros.

Lula Barbosa já fez várias trilhas para documentários em vídeo para a Verbo Filmes. Destacam-se Canção para Zumbi (em parceria com D. Pedro Casaldaglia), Mãos Vazias, Nossa Senhora Aparecida, Ameríndia etc...

Lula participou em abril de 2005 da Caravana 3 da nova edição do Projeto Pixinguinha. Juntamente com Mônica Salmaso e Lui Coimbra fizeram shows em Anápolis, Brasília, Teresina, São Luis, Belém, Santarém, Macapá e Boa Vista. Eles foram acompanhados pelos músicos Benjamin Taubkin (piano), Carlos Bernardo (violão), Luiz Guello (percussão), Murilo O’Reilly (percussão), Natan Marques (violão), Teco Cardoso (sopros) e Zeca Assumpção (baixo). Em todas as cidades visitadas eles tiveram um sucesso fabuloso de público e despertaram um grande interesse da imprensa e da mídia locais.

Lula Barbosa já fez shows em várias unidades do SESC, Teatros, Feiras, Clubes, Bares, Convenções, e participa em parceria de projetos culturais com vários artistas da MPB, participando de Festivais de Música ora concorrendo como intérprete ou compositor, ora como jurado, ou como artista convidado para os shows de encerramento.

http://www.lulabarbosa.com.br/home_1.html

http://www.youtube.com/watch?v=-H4Xl0a0EMw&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=VQ0H_vZinGA&feature=related

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Idealizadores do Festival da Palavra







Frederico Barbosa
Diretor da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Frederico Tavares Bastos Barbosa nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 20 de fevereiro de 1961. Em 1967 transferiu-se com a família para a cidade de São Paulo, onde mora até hoje.
Cursou Física na Universidade de São Paulo. Iniciou o curso de Grego na mesma universidade. Formou-se em Letras-Português em 1985.  Foi, durante alguns anos, crítico literário dos jornais Jornal da Tarde e Folha de S. Paulo. Publicou poemas em diversas revistas por todo o Brasil. Foi consultor e redator do volume Help! - Literatura, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Atualmente é diretor da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
 Obras: Rarefato (São Paulo, Iluminuras, 1990); Nada Feito Nada (São Paulo, Perspectiva, 1993); Contracorrente (São Paulo, Iluminuras, 2000); Louco no Oco sem Beiras – Anatomia da Depressão (São Paulo, Ateliê Editorial, 2001); Cantar de Amor entre os Escombros (São Paulo, Landy Editora, 2002); Brasibraseiro (em parceria com Antonio Risério), (São Paulo, Landy, 2004); A Consciência do Zero (Rio de Janeiro, Lamparina, 2004).
http://fredbar.sites.uol.com.br/


Fernanda de Almeida Prado

Psicóloga Psicanalista Produtora Cultural
Conselheira da Poiesis
Graduada em Psicologia pela UNESP (1980) especializada em Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientae, atende em consultório particular e atua também como Produtora Cultural. Idealizadora do projeto 'Chama Poética" que acontece mensalmente na Casa das Rosas, Museu da Língua Portuguesa e Biblioteca de São Paulo.




                                           Mario Sérgio Vasconcelos
                                           Diretor da UNESP de Assis

Nasceu em Rancharia/SP, em 1956 • Graduação em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista – UNESP/Assis (1978) • Mestrado em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (1985) • Doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo – USP/SP (1995) • Pós-doutorado em Processos Cognitivos pela Universidade de Barcelona – ESPANHA (2003) • Professor Livre-docente em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Estadual Paulista – UNESP/Assis (2007)
• Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento (SBPD-2006/2008
• Diretor da Faculdade de Ciências e Letras de Assis/UNESP (2007/2011)

Alex Dias


Ator e Poeta. Formado pela USP de Ribeirão Preto em Ciências da Informação e Documentação. Um apaixonado por arte, especialmente poesia. Amadureceu suas experiências artísticas em estudos e trabalhados no MARP – Museu de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, Casa Guilherme de Almeida, Museu da Língua Portuguesa e Biblioteca de São Paulo. Além de cursos livres na própria Universidade de São Paulo. Experiência em produção de shows literomusicais, oficinas literárias, aulas-shows de livros dos vestibulares e festivais. Atua no projeto OSNÁUTICOS, do qual é fundador, onde desenvolve os seus trabalhos artísticos e culturais, destacando-se neste ano, a participação no Festival Internacional de Arte Contemporânea de Anzio e Nettuno (Roma, Itália) RIFRAZIONI (edição 2010) com a gravação de um diálogo poético com Francesca Cricelli para a performance Amaro Ammore. Apresenta-se como poeta e ator, no grupo Chama Poética, do qual também é produtor.


Entre as suas publicações, destaca-se a premiação, em 2009, no XXV Prêmio Mundial de Poesia NÓSSIDE – realizado em Reggio Calábria, na Itália, pela Unesco. Este ano participa novamente do Prêmio NÓSSIDE.

Blog: http://alexwdias.blogspot.com/

Festival da Palavra - parceria UNESP Assis e Poiesis